(Source: zoiodlula)

Photo posted on 13/09 at 11:20 pm | 5610 notes Reblogue! / Via
Photo posted on 13/09 at 11:19 pm | 1682 notes Reblogue! / Via
— Que foi?
— Nada. (Paixão, solidão, amor, lição, trabalho, calor, frio, vento, sono, fome, coração partido, promessas, amizades, distâncias, angústia, vontade de chorar, quero um abraço, preciso gritar, minha mente está um bagunça, eu amo você.) Nada mesmo.
Caio Augusto Leite.   (via auroriar)

(Source: poetaciumenta)

Quote posted on 8/09 at 7:34 pm | 33865 notes Reblogue!
A pior coisa do mundo é quando alguém faz você se sentir especial, e de repente, te deixa de lado. E aí você tem que agir como se não se importasse. Skins.   (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

(Source: estreladapaz)

Quote posted on 12/07 at 11:25 am | 109350 notes Reblogue!
Chegou a hora de tratar as pessoas, com o mesmo grau de importância que elas te tratam. Renato Russo.  (via inverbos)

(Source: alentador)

Quote posted on 29/06 at 9:59 pm | 41237 notes Reblogue!
Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções. Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero parar de me doar e começar a receber. Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências. Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos. E vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem para me dar. Caio Fernando Abreu.   (via o-teimoso)

(Source: alentador)

Quote posted on 11/05 at 5:27 pm | 14239 notes Reblogue!
Eu queria te contar que agora não dói mais. Só que agora não importa tanto o que você vai pensar sobre isso. Queria que você soubesse que já vi nossos filmes milhares de vezes e nem chorei. Ok, chorei. Mas pelo filme, e não por você. Queria que você soubesse que tirei a poeira das nossas músicas, e que as ouço quase todos os dias. Porque elas me faziam mais falta do que você fez. Os nossos lugares não são mais nossos. Eu já voltei lá com outras pessoas, e escrevi lá outras histórias. Eu estou aprendendo a tocar violão. E a primeira música que toquei foi aquela música que era uma espécie de hino pra nós dois. Ela é tão linda… E sim, ela continua sendo muito nossa e lembrando demais você. Mas ainda sim, não dói. Você não pergunta essas coisas, mas sei que gostaria de saber. Porque te conheço. E isso não mudou. Do mesmo jeito que adivinhei as coisas ruins que você aprontaria, eu sei as coisas boas que ficaram aí em você e te fazem lembrar de mim. Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás. Caio Fernando Abreu. 

(via promessasvazias)

(Source: auroriar)

Quote posted on 11/05 at 5:09 pm | 37337 notes Reblogue!
Muitos sabem que Adolf Hitler tinha uma relação muito forte com sua mãe. Mas o primeiro amor dele, de fato, foi Stefanie (ou Stephanie) Isak, uma jovem loira e alta que vivia no mesmo subúrbio de Linz. O sobrenome dela indicava que fosse judia, mas isso não o incomodava. O menino apaixonado de 17 anos dedicou a ela uma série de poemas românticos e, na companhia de seu melhor amigo, Gustl Kubizek, ficava todos os dias esperando Stefanie passar na rua, que infelizmente estava sempre sob o olhar atento da mãe. Hitler confessou a Gustl que, para fugir com ela, seria capaz de sequestrá-la. E como a moça o ignorava, Adolf planejou suicídio nas águas do rio Danúbio, levando-a consigo. Stefanie, que possivelmente nunca conversou com Hitler, acabou se casando com um soldado, o tenente Jasten. O primeiro amor de Hitler foi uma judia. (via reverenciador)

(Source: estopim)

Quote posted on 7/05 at 10:07 pm | 8203 notes Reblogue!
Me perguntaram se eu estava bem. Respondi que sim. Não queria dizer que sim. Mas também não queria dizer que não. Ah, não sei. Eu tô bem? Eu sei lá. Eu não to bem. Mas não tô mal. Alguém entende? Não né. Por isso falo que sim, pra não perder tempo explicando. Explicando ou não, quem vai entender? E a vida? Como anda minha vida? Ah, sei lá. Sei lá pra tudo. Sei lá como anda minha vida. Com as pernas. Com pernas tortas na verdade. Ela nunca sabe pra onde vai. Ela tá chata. Tá chata a vida, tá tediosa, tá deprimente, tá diferente e ao mesmo tempo a mesma coisa, tá estranha, tá irritante, tô enjoada de você vida. Você tá chata. Você podia mudar. Eu cansei de você vida. Você já me encheu. Já me deixou estressada e já me fez chorar muito. Recomeça. Porque você tá chata. Ah, sei lá.   (via auroriar)

(Source: p-oursuivre)

Quote posted on 7/05 at 9:50 pm | 32538 notes Reblogue!
Então vamos lá, você é um idiota. Cara, como você consegue ser tão idiota? Como cabe tamanha estupidez em uma pessoa só? Você veio ao mundo e só porque estava com o nariz vermelho, quis ser um palhaço. E também é estupido. Pode parecer que idiota e estupido são as mesmas coisas, mas você consegue separar e superar o significado dessas palavras. E também, você não sabe ver as horas. Porque quem sabe ver as horas não deixa ninguém esperando duas horas e meia, antes de chegar com a cara mais lavada do mundo, e dizer que não viu o relógio. E falando em cara lavada, não existe no mundo um ser mais descarado como você, fala besteiras na maior altura, como se todos ao redor estivessem de platéia, tentando entender suas piadas sem graças. Graça, algo que precisa ser apresentado à você com urgência. Mas eu rio das suas piadas, e me odeio por isso as vezes. A normalidade entra na linha do não-existe com você, e as vezes, a educação também. Não adianta escrever os nossos nomes com o dedo no céu, pelo amor, quem inventou isso? E por que você faz? Qual o sentido? E não, as estrelas cadentes não são cometas, não são! Pare de me desiludir. E você é um especialista em destruir sonhos. Cara, custava deixar eu acreditar que eu poderia ser astronauta? Tinha que me dizer todas as teorias de conspiração de que o homem nunca foi na lua e blá… não precisava! E essa mania de me encarar? Fica aonde? E ainda pergunta o porquê de eu virar o rosto, desviar o olhar e ficar vermelho. Você já se encarou com essa mesma expressão no espelho? Já viu a cara de maniaco estripador que tu fica? Não, essa cara não é sexy, guarde bem isso, assusta, é feia, e cá entre nós, é mais engraçada que suas piadas, mas sexy não. E não discuta comigo, babar não é sexy! Quando nesse mundo alguém disse que babar enquanto dorme é sexy? De que universo veio isso? E barba, essa porcaria de barba mal feita não deveria ficar bem em você, porque você fica mais homem, porém com jeito de criança. Daquelas crianças birrentas ainda, que você diz não, elas sorriem e fazem. Queria eu poder é te dar um puxão nessas orelhas de abanar fogo, porque, não tem cabimento, só não é maior que esse nariz, que você deveria considerar a hipótese de cirurgia. Tudo bem, não são tão grandes assim, e eu gosto. Mas seu pé! A há! Seu pé! E que pé. Calça quanto? Quarenta e nove? Cinquenta? E ainda pisa no meu pé e acha que não dói… experimenta um pisão seu pra ver! Mas uma coisa supera tudo: quanto mau gosto! Mau gosto pra se vestir, mau gosto pra falar essas frases cuspidas de qualquer linguajar maroto que não me interessam nem um pouco saber de que buraco saiu. Mau gosto pra comida, me obriga a comer essa pizza de cinco queijos, que você consegue ver o óleo em cima, avisando que você vai engordar pelo menos uns três quilos só de sentir aquele cheiro. Mau gosto pra filmes, onde você ainda não entendeu que eu odeio zumbis? E que eu odeio armas, guerras, caras mascarados esfaqueando todo mundo e filmes de humor que eu fico mais assustado com sua risada no meio do nada que achando graça daquilo. Mas o seu pior mau gosto, sem duvidas, foi eu. Não tinha pessoa no mundo melhor? Eu não gosto de nada, por achar que nada gosta de mim, eu odeio noventa e nove por cento das coisas existentes no mundo. E você está em grande parte desses noventa e nove por cento, mas de alguma forma, consegue tomar só pra você o um por cento inteiro de que eu não odeio. Consegue me fazer te perdoar essas manias irritantes e essa carência de cão sem dono. Consegue ser meloso a ponto de me fazer querer te afastar com chutes, mas me dá espaço quando eu não consigo olhar pra sua cara. E você volta, como você consegue voltar depois de tanta burrada? Eu te xingo do caralho a quatro, digo que te odeio e choro, cara, eu te odeio! Eu choro por sua culpa, choro de raiva, porque eu não consigo ficar com raiva. Choro que nem criança e te mando embora, mesmo você sendo a única pessoa que consegue me fazer parar de chorar. E você sabe disso, porque você não vai. E, de tudo, eu odeio mostrar meu lado bom pra alguém. Odeio deixar que me vejam vulnerável, mas você me obriga a contar as histórias mais tristes e sentidas da minha vida, só pra depois de rir, e me fazer rir, dizer que isso não vai acontecer daqui pra frente. Daqui aonde, para ser exato? Praticamente estamos caminhando no vácuo, para uma direção que você inventa e diz ser a certa. Eu nunca precisei de ninguém, meu coração e um freezer, desses bem vagabundos de boteco, eram quase a mesma coisa. Não ligava pra amor, não dava a minima para as pessoas que iam embora. E eu conto as horas, sim, eu conto até os minutos quando você liga falando que está vindo. E a porcaria do tempo para nessas porcarias de vezes que você liga. E nada sai do jeito que eu quero. Penso um filme antes de você chegar, me faço prometer a mim mesmo que eu não vou te dar tanta corda, que não vou te dar atenção, que vou te dar aquela ignorada bem caprichada, pra você ver que meu mundo não gira em torno dos seus olhos de criança quando vê algum doce. E se dá certo? Claro. Que não. Você faz a porcaria da minha vida querer você em cada cantinho dela, pra bagunçar cada prateleira que eu arrumei com tanto cuidado. Aliás, eu tomei cuidado em cada detalhe para não chegar nesse exato momento, onde eu vou ficar aqui pensando em cada detalhe seu só pra passar o tempo, fazendo uma coisa que, de uma hora pra outra, se tornou rotina: pensar em você. Cair por você. Morrer por você. E justo eu que sempre achei que não morreria por ninguém, estou sendo a pessoa que atira e corre pra pular na frente e te salvar. Hipocrisia, não é? Pois é. E agora eu me pergunto: eu me arrependo? E te odeio um pouco mais por causa dessa resposta. Não, eu não me arrependo. E sim, minha vida depois de você não se compara com aquele inferno de cidades de metais e pedras, que eu vagava todos os dias, tentando fugir da nostalgia do azul-claro do meu quarto. E você me faz isso, me faz admitir coisas que eu morreria negando. Gostar de você é uma delas. E não, eu não vou dizer que te amo tão cedo. Mesmo entregando todos os meus segredos de bandeja. Esse você não me arranca fácil. Mesmo que seja uma tortura imaginar esse sorriso ao ouvir tamanha babaquice. Porque você costuma rir de coisas babacas e idiotas, por isso é assim, mas… pois é. Você é um idiota por completo. Eu odeio idiotas. Mas eu não consigo odiar você, nem um pouquinho, e isso me mata. Você me mata. Mas eu já disse que por você, eu morreria. E feliz. Eu morreria feliz. A culpa é mesmo das estrelas?   (via calculada)

(Source: alentador)

Quote posted on 18/04 at 8:46 pm | 2487 notes Reblogue!
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